Sob(re) a Neve…traço… O limite, o tempo, a morte “[…] sobre uma folha ou sobre uma frase, sobre uma paisagem ou sobre uma pura ideia. […] o espaço e a cor, o puro jogo de uma imaginação em absoluta liberdade” (Eduardo Lourenço)[1] Na sequência da mostra (Tocar a neve e sentir as nuvens) patente […]
Posts by admin:
Jorge Leal | Whitout drawing a day is lost
12 de Fevereiro a 14 de Março Para Jorge Leal desenhar em cadernos é uma prática de continuidade absoluta e consequentemente uma representação autobiográfica. É a primeira vez que estes objectos são expostos, inevitavelmente na sua forma original e indivisível. Estas peças, por essa razão, assumem aqui o protagonismo da exposição apesar de servirem de […]
Texto de Sylvestre Santos sobre “WHITOUT DRAWING A DAY IS LOST”
(De)com-posições de um diário: Estados terminais da intimidade “[…] mergulha nos interiores sem cortinas, bem iluminados, onde cada um parece ocupar-se com a sua intimidade como se não fosse visto por milhares de viajantes” (Roland Barthes)[1] Falar da exposição de Jorge Leal (Without drawing a day is lost) apresentada na Mute é revelar o desejo […]
Simão Costa | Sinestesia e silêncio
8 de Janeiro a 7 de Fevereiro Declaração do artista O Silêncio sugere imobilidade e o Som é por definição movimento. O trabalho em exposição na Mute acarinha os momentos em que o som é movimento em silêncio e aqueles em que o movimento é Som. As peças desta exposição apontam para um paradigma primitivo […]
Texto de Pedro M. Arrifano sobre “SINESTESIA E SILÊNCIO”
O paradoxo (não) pode esperar O hábito e a novidade são dois modificadores da sensibilidade estética e pesam com extraordinária força sobre os nossos juízos, operando quase sempre com influência contrária. Na História da Arte, como no amor, existe uma virgindade que é tesouro precioso e fonte abundante de alegrias. Muitas vezes o novo […]
FILIPA REIS | Topofilia #2
de 27 de Novembro a 3 de Janeiro “Topofilia é o elo afectivo entre a pessoa e o lugar ou ambiente físico. É um conceito difuso, mas concreto como experiência pessoal.” – Yi-Fu Tan1 Filipa Reis traz a Lisboa mundos íntimos de todo o planeta e faz-nos pensar/sentir o que é a nossa “casa”. Na […]
Texto de Sylvestre Santos sobre “TOPOFILIA #2”
Lugares revelados Entre di(visões) “[…] vivemos num mundo que ainda não aprendemos a olhar. Temos que reaprender a pensar o espaço […]. O lugar […] é simultaneamente princípio de sentido para aqueles que o habitam e princípio de inteligibilidade para aquele que o observa” (Marc Augé)[1] Presente na Mute – Topofilia #2 de Filipa […]
MIGUEL BONNEVILLE | O Fim e o Rapto (e outras histórias)
23 de Outubro a 22 de Novembro De acordo com a mitologia grega, Cadmo – irmão mais velho de Europa, recebeu ordens do seu pai para trazer a sua irmã de volta, visto que esta havia sido raptada por Zeus. Cadmo foi então a Delfos procurar a ajuda do oráculo para a encontrar. O oráculo […]
Textos de Pedro M. Arrifano sobre “O FIM E O RAPTO (e outras histórias)”
Corpus Absurdos: rasgos de identidade É preciso que, com meu corpo, despertem os corpos associados, os “outros”, que não são meus congéneres, como diz a zoologia, mas que me assediam, que eu assedio, com quem eu assedio um só Ser atual, presente, como jamais animal assediou os de sua espécie, seu território ou […]
YUGA HATTA | Os nossos dias
18 de Setembro a 15 de Outubro Declaração do artista “Os nossos dias” é um projecto de instalação centrado na complexa situação social em que Portugal se encontra actualmente. O título baseia-se na telenovela popular da RTP que o artista vê para aprender português, onde várias personagens deixam o país como “emigrantes” que tentam a […]
