Exposições

Texto de Pedro M. Arrifano sobre “CONSTRUCTO”

Construções e dispersões figurativas   O prazer no absurdo. — Como pode o homem ter prazer no absurdo? Onde quer que haja risos no mundo, isto acontece; pode-se mesmo dizer que, em quase toda parte onde existe felicidade, existe o prazer no absurdo. A inversão da experiência em seu contrário, do que tem finalidade no […]

Pedro Almeida | Pharma Comics

23 de Abril a 23 de Maio A partir de 1930, por influência do cinema, a BD deixa ser exclusiva do género humorístico, aventurando-se e ganhando popularidade com outras temáticas como: farwest, funny-animal, crime, o policial, a ficção científica, etc. levando ao surgimento de algumas revistas tais como: Flash Gordon, Terry and the Pirates e […]

Texto de Manuel Furtado sobre “PHARMA COMICS”

Super-dominados pela divina propaganda As fragilidades fisiológicas e psicológicas levam-nos a sonhar com super-heróis, seres que são versões impossivelmente poderosas de nós próprios. Usamos essas projecções mentais para nos convencermos de que somos capazes de superar todas as dificuldades e é por isso que na cultura pop as veneramos. Estas personagens são então símbolos da […]

Ramón Peralta | Tocar a neve y sentir as nuvens

19 de Março a 18 de Abril Ramón Peralta é fotógrafo e poeta. Diz que a literatura o ensinou a pensar as imagens, e a fotografia a escrever poemas. Algumas das referências que influenciam o seu trabalho têm origem na sua infância. São estas a leitura de Edmundo de Amicis[1] na escola, ver na televisão Chaplin a caminhar sobre o […]

Texto de Sylvestre Santos sobre “TOCAR A NEVE Y SENTIR AS NUVENS”

Sob(re) a Neve…traço… O limite, o tempo, a morte   “[…] sobre uma folha ou sobre uma frase, sobre uma paisagem ou sobre uma pura ideia. […] o espaço e a cor, o puro jogo de uma imaginação em absoluta liberdade”  (Eduardo Lourenço)[1] Na sequência da mostra (Tocar a neve e sentir as nuvens) patente […]

Jorge Leal | Whitout drawing a day is lost

12 de Fevereiro a 14 de Março Para Jorge Leal desenhar em cadernos é uma prática de continuidade absoluta e consequentemente uma representação autobiográfica. É a primeira vez que estes objectos são expostos, inevitavelmente na sua forma original e indivisível. Estas peças, por essa razão, assumem aqui o protagonismo da exposição apesar de servirem de […]

Texto de Sylvestre Santos sobre “WHITOUT DRAWING A DAY IS LOST”

(De)com-posições de um diário: Estados terminais da intimidade “[…] mergulha nos interiores sem cortinas, bem iluminados, onde cada um parece ocupar-se com a sua intimidade como se não fosse visto por milhares de viajantes” (Roland Barthes)[1] Falar da exposição de Jorge Leal (Without drawing a day is lost) apresentada na Mute é revelar o desejo […]

Simão Costa | Sinestesia e silêncio

Simão Costa - Créditos fotográficos de Mário Rainha Campos

8 de Janeiro  a  7 de Fevereiro Declaração do artista O Silêncio sugere imobilidade e o Som é por definição movimento. O trabalho em exposição na Mute acarinha os momentos em que o som é movimento em silêncio e aqueles em que o movimento é Som. As peças desta exposição apontam para um paradigma primitivo […]

Texto de Pedro M. Arrifano sobre “SINESTESIA E SILÊNCIO”

O paradoxo (não) pode esperar   O hábito e a novidade são dois modificadores da sensibilidade estética e pesam com extraordinária força sobre os nossos juízos, operando quase sempre com influência contrária. Na História da Arte, como no amor, existe uma virgindade que é tesouro precioso e fonte abundante de alegrias. Muitas vezes o novo […]

FILIPA REIS | Topofilia #2

de 27 de Novembro a 3 de Janeiro “Topofilia é o elo afectivo entre a pessoa e o lugar ou ambiente físico. É um conceito difuso, mas concreto como experiência pessoal.” – Yi-Fu Tan1 Filipa Reis traz a Lisboa mundos íntimos de todo o planeta e faz-nos pensar/sentir o que é a nossa “casa”. Na […]